Sou uma pessoa movida pela curiosidade.

Sempre me interessei por compreender o que existe por trás dos comportamentos, das escolhas e das histórias que cada pessoa carrega. Nunca me bastou olhar apenas para aquilo que aparece. Sempre quis entender o que sustenta, em silêncio, a forma como cada um de nós vive, ama, sofre e se relaciona.

Foi essa busca que me conduziu à Psicanálise.

Hoje, como psicanalista, encontro na clínica um lugar onde posso unir aquilo que mais me inspira: escutar pessoas, compreender suas histórias e acompanhá-las no delicado processo de elaboração daquilo que as constitui.

Acredito que cada encontro é único. Por isso, procuro construir um espaço de confiança, respeito e presença, onde cada pessoa possa olhar para si sem a necessidade de corresponder a expectativas ou esconder partes da própria história.

Assim como meus analisandos, também acredito que estou em constante construção. Talvez seja justamente isso que torna meu trabalho tão significativo: compreender o outro é, antes de tudo, um exercício permanente de humanidade.